segunda-feira, 11 de abril de 2011

lesão labral de quadrl

Lesão labral de quadril

--------------------------------------------------------------------------------


Entenda mais sobre esse problema que altera a articulação e o impacto do fêmur




Por Glauber Alvarenga*


Capaz de acabar com a carreira de atletas como Gustavo Kuerten e Magnus Norman, as lesões labrais do quadril se tornaram muito freqüentes nos últimos anos. Porém, o sucesso do tratamento ainda é bastante controverso.

O labrum acetabular é uma estrutura fibrocartilaginosa que reveste o acetábulo, parte interna do quadril onde o fêmur se encaixa. O labrum tem várias funções importantes na articulação do quadril, como manter a pressão intra-articular e ajudar na distribuição do líquido sinivial. Por esse motivo, ele é descrito por muitos autores como o menisco do quadril.

As alterações anatômicas do fêmur, do acetábulo ou de ambos podem levar à lesão do labrum, por mudar a relação normal entre a articulação e causar o impacto do fêmur contra o acetábulo durante os movimentos normais do quadril, principalmente a flexão e a rotação interna, ocasionando não somente a lesão labral mais também a lesão da cartilagem acetabular, sendo um fator predisponente desencadeador da artrose do quadril.

Aqueles atletas que apresentam uma lesão do labrum acetabular podem apresentar dor na região inguinal e nádegas. A maior incidência desse tipo de lesão é a população praticante de atividade física, amadores ou profissionais, qualquer indivíduo pode apresentar esse tipo de lesão.

O tratamento pode ser realizado de maneira conservadora ou cirúrgica. O tratamento conservador consiste basicamente em fisioterapia por meio de equilíbrio muscular entre os músculos do quadril com ênfase em adutores e abdutores, porém o fortalecimento desses músculos deve ser orientado por um profissional, já que um exercício feito sem orientação pode levar a maior atrito na região e piora do quadro.
O tratamento cirúrgico é realizado por meio de artroscopia e visa corrigir a lesão do labrum e também a deformidade causadora da lesão, esse tipo de tratamento é adotado geralmente na falha do tratamento conservador.




* Glauber Alvarenga é fisioterapeuta esportivo do Instituto Vita e especialista em reabilitação músculo-esquelética da Santa Casa de São Paulo

DOR NO PÉ

Dor no Pé

Publicado em abril 19, 2008 por tatipilates
Existem vários fatores que podem ocasionar dores na sola do pé. Desde um sapato desconfortável, apertado ou de solado muito duro, até problemas do nervo ciático, falta de alinhamento, joanete, proeminência da região dos metatarsos, neuroma de Morton, metatarsalgia, etc.

Muitas dessas dores podem ser aliviadas pelo simples uso de palmilhas e uso de calçado mais confortável, porém existem aquelas dores que parecem não existir nada para aliviar.

São as relacionadas a posturas pobres, falta de alinhamento das pernas e inflamação do nervo ciático. Muitas dores surgem pela má distribuição do peso sobre a sola, e pelo acúmulo de tensões em certos pontos do pé, ocasionando pinçamento de nervos.

A reflexologia e a terapia craniosacral vão trazer alívio e ajudar na liberação desses pontos tensos. Até uma massagem podal poderá minimizar a dor, porém muito cuidado ao receber massagens quando o pé estiver em estado agudo de dor. Isso poderá ocasionar um inchaço e aumento de dor, agravando a inflamação. Nesses casos eu costumo aconselhar a aplicação de compressa de gelo por 15 minutos.
Eu fui técnica de ginástica olímpica e costumava saltar descalça em chão duro e gelado, foi nessa época que surgiu essa inflamação entre os metatarsos (metatarsalgia), a ponto deu ter que engessar o pé pois não aguentava de dor (ao massager ele virou uma bola de tão inchado e inflamado). Após anos de melhoras e reincidências, aprendi que:

■Devo evitar caminhar descalça em pisos gelados e duros;
■Sapato de salto alto é meu maior inimigo;
■Palmilhas de gel são sempre bem vindas
■Se eu quiser correr devo começar gradualmente para o meu pé acostumar, e evitar pisos duros, de preferência utilizar a grama ou terra batida;
■Quanto mais macio o solado do calçado, mais vou poder andar;
■Quando meu pé está cansado devo massagear o arco do pé com um rolo, garrafa, bola ou qualquer outra coisa cilindrica para tirar esta tensão, desde a borda do calcanhar até a borda dos metatarsos;
■Se inflamar devo evitar caminhar e fazer compressas de gelo até que o estágio de dor aguda passe;
Se acontecer deu abusar, por precisar usar um salto alto para uma festa ou caminhar demais, antes de deixar o pé inflamar eu já faço a aplicação da terapia craniosacral para que a tensão acumulada seja minizada e a dor não volte.

Caso o seu problema seja relacionado a problemas de Postura e falta de alinhamento, o Pilates poderá auxiliar no realinhamento da coluna e extremidade inferior. É importante que seja trabalhado também a sua forma de pisar e caminhar, para que haja um melhor distribuição do peso do corpo sobre os pés. O fortalecimento do tronco e melhora de flexibilidade, assim como o aumento de mobilidade de coluna poderão ser fatores decisivos na cura da dor do seu pé.
** Neurôma de Morton é, numa explicação mais simplificada, o pinçamento do nervo perto dos dedos (3a para 4a falange). A cirurgia pode ser uma forma de tratamento (neurectomia) porém, como eu penso que cirurgia deve ser sempre a última alternativa, acredito que você deveria tentar o tratamento através da terapia CranioSacral. Eu já obtive muitos casos de sucesso através da aplicação dessa terapia em diversas dores plantares.

By Tatiana Matsuo.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

NOVO ENDEREÇO!!!!!!

Olá pessoal, estou com novo endereço.
Agora em parceria com o Studio Runners.
Rua Raul Pires Barbosa, 804.
Chácara Cachoeira!!

Com muitas novidades para 2011!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tendinite no tendão de Aquiles

Tendinite no tendão de Aquiles
O que é?
A tendinite é a inflamação do tendão calcâneo, também conhecido como tendão de Aquiles. A dor pode se desenvolver gradualmente sem nenhuma lesão. É caracterizada por dor na região posterior do calcanhar. Quando não é tratada, a lesão evolui para degeneração e até mesmo ruptura do tendão. É comum entre atletas, especialmente corredores de longa distância. Pessoas que sofrem de tendinite no tendão de Aquiles reclamam, freqüentemente, de sentir uma dor muito forte quando põe o pé no chão pela primeira vez de manhã ou depois de longos períodos sentadas.

Causa:
A causa mais comum da tendinite no tendão de Aquiles é a pronação exagerada. Outros fatores são: tendão curto, lesão no tendão ou deformidade no osso do calcanhar.

Tratamento e prevenção:
Atletas precisam de bastante alongamento para aquecer os músculos antes da atividade. Também devem diminuir a distância de suas corridas, evitar subidas íngremes e colocar gelo no local. Também se pode usar palmilhas para diminuir a pronação

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

QUEM TEM PROBLEMAS NOS PÉS????

1. Crianças com Pés Tortos Congênitos:

Há crianças que já nascem com alterações funcionais nos pés. São deformidades determinadas durante a evolução da gestação, muitas vezes dependentes apenas do posicionamento dos pezinhos dentro do útero materno. Algumas deformidades, de menor gravidade, podem ser resolvidas em poucos dias com o reposicionamento dos pés e tornozelos com ajuda de bandagens, aparelhos gessados ou de órteses. Os casos mais graves necessitam soluções cirúrgicas e, em geral, a criança consegue iniciar marcha, fisiologicamente, por volta de um ano de vida.

2. Crianças Hemofílicas:

São crianças, a grande maioria do sexo masculino, que por causa de um defeito genético na coagulação do sangue sofrem hemorragias ante quaisquer pequenas contusões, entorses ou mesmo devido a instabilidades articulares, especialmente nos joelhos, tornozelos e pés.

PORQUÊ APRESENTAM HEMORRAGIAS ?

Se têm articulações de tornozelos e pés pouco estáveis, logo que começam a andar, por volta de um ano de idade, essas crianças sobrecarregam uma estrutura denominada Membrana Sinovial. Essa membrana, junto com os músculos e os ligamentos, é responsável pela estabilização dos ossos nas articulações. Se a estabilidade da articulação não for boa por uma fragilidade ligamentar, por exemplo, esse esforço adicional pode levar a inflamações dessa membrana, as chamadas Sinovites. Essas inflamaçõe acabam por produzir pequenos vasos sanguíneos, de paredes fracas, que se rompem com a movimentação levando a sangramentos dentro das articulações, chamados hemartroses. A sequência dessas hemartroses pode causar destruição, no todo ou em parte, das cartilagens articulares, prejudicando os movimentos da articulação que se vai deformando e enrijecendo, levando o hemofílico a um quadro de incapacidade chamado Artropatia Hemofílica.

3. Atletas:

A própria Organização Mundial de Saúde – OMS - (WHO em inglês) recomenda que crianças menores não pratiquem esportes de competição. Para a correta formação do corpo, as crianças devem exercitar-se em atividades recreativas, sem serem colocadas em oposição às outras. Na idade pré-escolar, o ideal é que as crianças realizem atividades recreativas onde umas colaborem com as outras em vez de competir, assim moldando seu caráter para um estilo de vida que privilegie a colaboração e não a competição. Entretanto, muitas crianças iniciam muito cedo o esporte de competição, muitas delas ainda apresentando grande imaturidade músculo-esquelética. Nesses casos, alguns esforços próprios da atividade esportiva, agravados pela intensidade que as crianças dedicam à vitória, muitas vezes estimuladas por professores, técnicos desportivos e pelos próprios pais, que se sentem vencedores através das vitórias de seus pupilos, podem causar distúrbios posturais e funcionais, principalmente nos membros inferiores. Pés cavos, retificação do arco plantar transversal do antepé, varismo, valgismo e recurvamento dos joelhos, alterações das curvaturas fisiológicas da coluna vertebral, são algumas das alterações posturais mais freqüentes nesses casos, e que muitas vezes só na idade adulta é que começarão a trazer incômodos verdadeiros.

No que se refere aos tornozelos e pés, essas disfunções adquiridas por esforços precocemente realizados na infância ou por esforços exagerados em treinamentos e competições na adolescência ou mesmo na idade adulta, levam a alterações no alinhamento das articulações, deformações no esqueleto como os aplanamentos do Arco Plantar Longitudinal (na face interna do pé) ou do Arco Plantar Transversal (entre a primeira e a quinta cabeças metatársicas no antepé). Esses desvios levam a concentrações anormais das pressões exercidas pela massa corporal sobre as plantas dos pés à medida em que o atleta se desloca, seja caminhando, correndo, saltando ou se deslocando lateralmente. A repetição das pressões exercidas pela massa corporal durante longos períodos de treinamento e/ou de competição costumam cobrar tributos aos atletas, seja na forma de dor durante ou após os exercícios ou na forma de lesões por sobre-esforços (“overuse”).

Pessoas que gastam a sola na biqueira ou nos saltos dos calçados seja caminhando no dia a dia ou na prática de esportes precisam ser avaliadas em movimento. Se apresentarem algum tipo de alteração biomecânica (desvios interferindo na movimentação articular), por certo necessitarão de correções mediante exercícios, calçados e palmilhas específicamente destinados à redistribuição das pressões e até, em casos extremos, cirurgias para realinhamento das extremidades.

4. Pessoas com Neuropatias Periféricas – diabéticos, hansenianos, lesados medulares leves, etc – com prejuízos da sensibilidade plantar:

São indivíduos que além de correrem riscos por não terem o tato da planta dos pés normal ainda podem apresentar desvios nos tornozelos ou nos pés, que causam concentrações de pressão localizadas. Essas pressões anormais, quando exercidas em áreas em que os ossos do esqueleto do pé têm menor recobrimento de músculos e gordura, podem levar à formação de calosidades (hiperqueratoses) ou até mesmo à morte tecidual sob a pele, comumente conhecidas por escaras. Essas escaras podem-se abrir para a superfície na forma de úlceras, também denominadas de Mal Perfurante Plantar em algumas doenças, por onde podem penetrar fungos e bactérias, causadores de infecções. Essas infecções, se não cuidadas adequadamente e em tempo hábil, podem progredir a ponto de causarem amputações nos membros e até a morte dos pacientes, principalmente de diabéticos.

Não apenas as pressões localizadas podem causar úlceras plantares. Queimaduras por pisar em pisos quentes, pequenas lesões por contusões, arranhões ou perfurações, em pacientes com deficiências da sensibilidade plantar, podem ter graves conseqüências.

5. Mulheres durante a gravidez ou após a menopausa:

Essas pessoas, devido a alterações hormonais, ficam com seus ligamentos mais frágeis e têm uma redução na estabilidade das articulações, principalmente daquelas como os joelhos, tornozelos e pés, que sustentam o peso corporal. Além disso, se elas já apresentam algum tipo de desvio prévio nessas articulações, haverá uma tendência em acentuá-los, o que poderá trazer bastante desconforto para essas mulheres. Nas grávidas, esses distúrbios persistirão nos últimos meses de gravidez e por algum tempo após o parto, até que se normalizem suas taxas de estrógenos. Nas senhoras que passaram a menopausa, provavelmente os distúrbios se estenderão pelo resto de suas vidas, com agravamento progressivo dos desvios articulares. Esse estado de instabilidade articular poderá trazer dores articulares, inchaços nos pés e pernas, dores miofasciais em músculos dos membros inferiores, nádegas e até da coluna vertebral. Nem sempre esses sintomas desaparecem com aplicações de calor, correntes elétricas médicas, massagens ou exercícios. Às vezes são necessários calçados e/ou palmilhas especiais associados ao tratamento de reabilitação física para que as pacientes readquiram a alegria de viver.

Em todas essas situações de anormalidade, genéticas, congênitas ou adquiridas por doenças crônicas, como Artrite Reumatóide, Diabetes, etc, ou nas seqüelas de acidentes com lesões que alterem o alinhamento dos joelhos, tornozelos ou dos pés, faz-se necessária uma avaliação dos indivíduos em movimento, o mais próximo possível das situações que lhes causam sintomas, caminhando ou correndo. Com base nos resultados obtidos nesses exames é que as pessoas poderão ver como realmente seus pés se relacionam com o piso ao andar ou correr e os profissionais de reabilitação – Médico Fisiatras – poderão auxiliá-las na elaboração de palmilhas, calçados ou programas terapêuticos, os quais poderão ser realizados em casa ou, em casos mais graves, em clínicas especializadas sob os cuidados de fisioterapeutas. Nos casos extremos o Fisiatra poderá encaminhar para um cirurgião para uma intervenção primária ou uma revisão cirúrgica, de modo a deixar o alinhamento articular o mais próximo possível do anatômico. Só então poderá reavaliar e prover o paciente das palmilhas e calçados que impedirão agravamentos posturais músculo-esqueléticos.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Você se preocupa como seu filho pisa e anda????


Uma má pisada se não for corrigida durante a infância e na fase de crescimento, pode comprometer todo o alinhamento postural e estrutural do corpo. Com o tempo estes desvios de origem podal além de afetar o pé, podem envolver estruturas ascendentescomo a coluna vertebral, joelho e quadril. Uma boa intervenção terapêutica preventiva e corretiva deve diminuir esta probabilidade de se pisar errado.
Algumas precauções, combinadas com estímulos adequados, ajudarão a prevenir problemas futuros na coluna de sua criança. Composta por 24 ossinhos móveis empilhados uns sobre os outros, e movimentados por um conjunto de músculos, a coluna é a viga mestra na delicada edificação do corpo humano. É ela que nos sustenta em posição ereta e propicia a mobilidade do tronco. Também funciona como uma casca protetora para a medula espinhal – as estruturas nervosas que levam e trazem informações de todo o corpo para o cérebro. Com papel tão importante a desempenhar, é uma parte do corpo da qual não se deve descuidar um minuto. Toda má pisada deve ser corrigida precocemente para não afetar estas regiões, principalmente as que tem origem nos pés. Dentro da Posturologia e Podopostutologia que é uma especialidade onde o fisioterapeuta estuda os pés em relação a postura corporal, pode se chegar a causa de muitos problemas crônicos oriundos de uma má pisada. Intervir então, precocemente tratando as causas de origem podal, pode resolver vários problemas. Um bom check- up da estrutura corporal, uma avaliação postural e um teste da pisada , determinam e direcionam qual a melhor conduta terapêutica. Muitos realizam este exame de forma preventiva para verificar se existe uma probabilidade de apresentar problemas no futuro. Geralmente os tratamentos mais indicados dependem desta avaliação. As Palmilhas Posturais que realizam uma reprogramação global ,quando a origem do problema vem dos pés, o são as mais indicadas. Mas em alguns há a necessidade de associar alguma técnica ou método postural.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Os 3 Diferentes tipos de Pisada


Neutra É o tipo ideal de pisada. Há um equilíbrio na forma como os pés tocam o chão, sem pender para dentro ou para fora. A sola do sapato se desgasta de maneira mais uniforme.





Pé pra dentro As pessoas desse grupo pisam com o pé apoiado mais para dentro, forçando o dedão e o calcanhar. É um tipo de pisada comum entre pessoas com pé chato. Provoca um desgaste maior na parte de dentro da sola dos calçados.



Pé pra foraA sola do sapato ou tênis gasta mais na parte externa. Este tipo de pisada provoca um maior contato da parte de fora dos pés no chão.


Coluna
Os desvios no tipo de pisada podem causar dores na sua coluna, aumentando as chances de lesões e inflamações.

Região lombar
Pisar para dentro pode sobrecarregar os joelhos. No caso, o corpo vai exigir mais esforço da região lombar

Joelhos
A pisada de pé para dentro deixa os joelhos "fechados". Eles podem doer por causa desse desvio, que se estende às pernas.

Tornozelos
Os tornozelos ficam mais expostos a problemas quando existe um desequilíbrio na pisada. Há casos em que pode ocorrer até uma torção.
Calos
Dependendo da forma de andar, os pés podem formar calos como reação ao peso excessivo do corpo sobre alguns pontos específicos da planta do pé.

Incômodo nos dedosOs dedos dos pés podem sofrer, por causa da força que precisam suportar para equilibrar as pisadas mais para dentro ou para fora.

Tendão de aquiles
A pisada para dentro aumenta as chances de inflamações como a tendinite, por causa da má distribuição do peso do corpo.

Dores freqüentes no quadril, nos joelhos ou na coluna podem ser sinal de problemas nos pés. A atenção deve ser redobrada se o mal-estar aparecer durante as atividades simples do dia a dia, como ir às compras ou fazer caminhadas curtas

O hábito de pisar torto geralmente surge na infância e pode causar muitos problemas para a saúde. "Quando pisamos de maneira inadequada, isso fica bem evidente na sola dos calçados, que se deforma ou gasta de maneira irregular"

Corrija seu modo de andar
Consulte um ortopedista: Não vacile: se desconfiar que você ou seu filho têm algum problema de pisada, procure logo um ortopedista.

Faça exames: O Sistema Único de Saúde (SUS) faz os exames e tratamentos necessários para corrigir a pisada. O exame de baropodometria é o mais importante. Ele avalia a pressão dos pés e pode dizer qual o seu tipo de pisada e a maneira adequada para corrigi-la
Dependendo da intensidade do problema, o tratamento pode demorar um pouco. O Fisioterapeuta poderá receitar o uso de palmilhas de Podoposturologia , sessões de fisioterapia ou mesmo cirurgias de correção.

Em todos esses casos, você precisará ter paciência com o tratamento e ser firme com as crianças. Elas podem se livrar de problemas no futuro